sábado, 9 de janeiro de 2010

CALENDÁRIO DE AULAS, WORKSHOPS E FORMAÇÃO







AULAS PERIÓDICAS




Aulas fixas:

Seg e Qua: 20.30 ( Bio Ritmo Paulista)
Ter e Quinta: 7:30 ( Editora Abril)
Personais e substituições ocasionais nos outros horários.




Núcleo Aventura: 9:00 ( gratuito) Praça Victor Civita

AULAS ESPECIAIS, WORKSHOPS E INTENSIVOS




AULAS ESPECIAIS
1 a 1h30

 Gravando as metas de 7 áreas da sua vida em 7 áreas de seu corpo

Internalizando os Yamas e Nyamas na prática

Bandhas: Básico 1, 2 e 3

Mantras: Básico 1, 2 e 3.


WORKSHOPS
4 a 8 horas

Yamas e Nyamas na prática

Artigo referência:

Destrinchando os princípios e as adaptações da  Saudação ao Sol



INTENSIVOS
16  a 32 horas


- Intensivo sobre Posturas Psicofísicas no Yoga



Interessados em outros temas e datas específicas enviar email para: murillotrevisan@gmail.com




Fevereiro 2014: Curso intensivo de formação Módulo I

Iniciando a prática: O discernimento entre a meta e o estado inicial do aspirante do Yoga


FUNDAMENTO BÁSICO PARA O INÍCIO DA PRÁTICA DE YOGA
 Diferenciando o estado de Yoga do estado inicial do aspirante

reflexão reeditada em memória do dia que consagrei essa compreensão 15/02/08 Rishikesh/Índia





O que leva as pessoas ao Yoga?  Qual a importância de se buscar a prática por seu propósito final a prática e não apenas por seus efeitos ?  Quais as denominações mais comuns da meta dentro da cultura do Yoga no Brasil?  Como discernir com consciência o estado da meta e do aspirante? Quais os 10 atributos mais difundidos do estado de Yoga e seus opostos?  Como desenvolver esse discernimento na prática? Cite 3 expressões artísticas da meta. Quais as etapas da prática? Como pode-se consagrar a passagem desse estágio de discernimento?


O que leva as pessoas ao Yoga?


Sempre que inicio uma prática costumo perguntar se tem alguém tendo sua primeira experiência na sala e o que a levou até ali.

As respostas dos iniciantes nem sempre são totalmente conscientes. A grande maioria expressa que tem algo a mais que a levou até ali que ela ainda não sabe expressar, porém a maioria se arrisca com algumas palavras iniciais, muitas vezes precedidas de um não sei bem.

Isso se deve porque Yoga representa uma série de coisas para as pessoas que já se transformaram num arquétipo que é absorvido de forma mais rápida que nossos pensamentos.

Eu pessoalmente, cheguei ao Yoga em 1996, por indicação da minha fisioterapeuta que com o RPG me auxiliava a compensar as dores na cervical e costas devido aos excessos na prática de esportes e artes marciais na época. Mas logo, descobri uma série de outros benefícios como o controle da ansiedade e a expansão sensorial dos níveis de atenção.

Depois de alguns anos conduzindo práticas, me arrisco formular os seguintes temas mais comuns:


1. Minimizar o stress, relaxar

2. Dores das costas

3. Tirar um momento para si

Sim, esses efeitos, entre outros benefícios podem ser adquiridos através das técnicas do Yoga. Existem posturas, por exemplo, que são boas para grávidas, outras para quem está com prisão de ventre, porém, se você estiver buscando os benefícios e não a meta para a qual a prática foi inspirada estará se apropriando de um estágio apenas ou ainda correndo o risco de torná-la nociva, infértil ou difamar o que está associado ao nome Yoga.

Por isso, o real o motivo para o qual uma pessoa deve procurar o Yoga, só pode ser o motivo pelo qual a prática foi inspirada. Fora disso, não se está fazendo Yoga, mas sim, fazendo técnicas que são do Yoga e tem benefícios que a pessoa está buscando.

Existem escolas, que zelam muito bem por isso, dando outro nome para a prática, quando ela é feita nesse estágio inicial quando a pessoa ainda não está consciente da meta do Yoga.

Assim, o primeiro princípio que gosto de alertar sobre os curiosos sobre o Yoga é: Quando você buscar a prática pelos efeitos dela não está fazendo Yoga porque a intenção com que se predispõem a prática é fundamental para os efeitos que irá colher e para isso é necessário estudo dos fundamentos básicos para a prática de Yoga.

Qual a importância de se praticar Yoga buscando sua meta ao invés de seus efeitos?

No momento em que escrevi o título desse artigo me lembrei de todas as experiências maravilhosas que tive com a prática de Yoga, antes de ter o discernimento que pretendo expor como pré-requisito para o início da prática.


Porém, mesmo que isso seja possível, acredito que esse discernimento que vou chamar de Viveka, como é citado em uma das escrituras sagradas dessa tradição filosófica da Índia, deveria sim, ser o fundamento básico para todo aspirante da prática de Yoga devido aos três motivos negativos citados mais acima ( Possibilidade de torná-la nociva, infértil e difamá-la) e os três positivos abaixo:

1) DIREÇÃO : O que é um buscador se não sabe qual é sua meta? Sem foco e concentração pouco ou nada se realiza nessa vida. Você se distrairá muito frequentemente na prática se não tiver compromisso com a direção da prática. 

2) APROVEITAMENTO DO POTENCIAL E DINAMISMO PARA TRANSFORMAÇÃO: Quanto maior o discernimento entre a meta e o estado atual, maior a abertura, o foco e o dinamismo para a transformação. Você desistirá fácil de ultrapassar os primeiros limites ilusórios de uma postura, estado de concentração ou despertar sensorial;

3) MAIOR ZELO PELO ESTADO NOVO: Quanto maior o discernimento entre a meta e o estado atual, maior zelo pelo estado novo;

Anualmente reedito esse artigo, fazendo uma prática com bastante atenção a esse princípio e renovo a minha compreensão de que o efeito da prática é diretamente proporcional a capacidade de realizar a diferenciação citada no título.


Normalmente as pessoas são levadas ao Yoga por um anseio inconsciente pela meta que podemos chamar de dukha. Quando ela adquire a consciencia da meta esse anseio passa ser direcionado, mumukshutva.

A falta dessa consciencia, não significa que a prática não ocorra, eu mesmo colhi muitos benefícios do estágio de purificação inicial sem perceber ou saber muito o que eu estava fazendo, mas como abordamos no item anterior, ela pode se tornar nociva e infértil em muitos casos, além de propagar sua difamação.

Com a consciência, os 3 benefícios anteriores serão obtidos e nascerá mumukshutva a vontade sincera de alcançar a meta.

ALERTA: Não conheço um curso de formação que aborde essa importante etapa da prática de forma devida. Aprendi isso, melhor interpretando as escrituras com o fundamento de outros sistemas de filosofia universalista, como o Pathwork, por exemplo. ( www.pathwork,com.br)

EXPRESSÕES DA META E DO ESTADO INICIAL DO ASPIRANTE

Discernimento é algo muito abrangente, mas aqui estou falando de um discernimento extremamente objetivo, sobre a meta e o estado em que os aspirantes do Yoga se encontram.

Existem várias formas de expressar esses dois lados do discernimento dentro da cultura do Yoga no Brasil. 

Vejam os nomes mais conhecidos:

Yoga: Altruísmo, Yoga, Sat, Samadhi, Moksha, liberação, iluminação, eu superior, eu maior, Nirvana, espírito santo, bem aventurança.


Não-Yoga: Egoísmo, altruísmo impuro, individualismo, Asat, sofrimento, eu inferior, eu menor.



As duas palavras mais difundidas associadas com a meta na cultura brasileira são: Moksha e Samadhi. Das quais prefiro, Moksha, por dar direcionamento para o que o praticante deve se prontificar na prática: Liberação, liberação de todo o aprendizado da fase de desenvolvimento em que se aprende a querer receber mais do que doar. Liberação de tudo que não é Yoga. Liberação das prisões geradas pelo egocentrismo que é o oposto de colocar o grande permeador maior, no centro de tudo.

Em síntese se liberar da infância e se tornar um adulto de verdade. Não apenas por desenvolvimento intelectual mas também emocional.

Samadhi, que tem tradução mais difundida como Iluminação, já é uma palavras associada a um atributo da meta e não do que o praticante deve fazer para alcançá-la. Tem como ponto forte inspirar o praticante alimentando seu estado de integração que só a luz pode fazer. A luz do corpo sutil alimentada pela luz do Sol e Deus.

Porém, Moksha inspira mais o processo de olharmos para uma meta e nos direcionarmos para o meio, a estratégia, o caminho para lá chegar. Moksha inspira a pergunta, quero me liberar do que? E para nos liberarmos do que não é Yoga é importante desenvolver o primeiro passo dessa caminhada. A primeira virtude do aspirante do Yoga. Daquele que aspira a meta com a sinceridade de quem conhece ela e seus obstáculos: Diferenciar o estado de Yoga de não-Yoga. 

Alguns traduzem essa diferenciação como Viveka, também traduzido como capacidade de Discernir o que é do que não é. As vezes, tem sua compreensão distorcida por alguns como  discernimento para acúmulo de conhecimento de forma geral e não de forma objetiva associado com a diferenciação da qual estamos falando.

Outra palavra é Sat que significa verdade. E num primeiro momento gosto de utiliza-la para combater uma primeira etapa do praticante rumo a meta. Que explicarei em outro momento.

Assim num primeiro momento chamaremos de Sat a meta, ou seja, o estado de verdade no Yoga e de Asat os estado de verdade parcial, do ser fora do estado de Yoga.

Existem também uma série de símbolos sobre essa diferenciação entre os quais destacamos o Lótus e a Lama.

AS DUAS FORMAS DE ATINGIR O DISCERNIMENTO BÁSICO ( VIVEKA)

Dois processos se completam no alcance desse discernimento. 

1) A experiencia sensorial do estado da meta do Yogi ( Satori), 

2) complementada com o conhecimento necessário para identificar o estado de Asat e Sat, na auto observação.

Essa reflexão aqui aberta contribui com foco para o conhecimento necessário, já que a experiência sensorial só acontece na prática.

Assim, falaremos sobre o que define os estados de Asat e Sat abordando como Sat os conhecidos Yamas e Nyamas, 10 matrizes comportamentais sugeridas pela referencia clássica de Patanjali como primeiro passo na prática. Em paralelo analisaremos Asat os opostos.

Falaremos também de Asat, a abordagem dos opostos, que nos traz um princípio importante: A necessidade de se olhar para o estado atual. Talvez alguns seres humanos mais evoluídos não precisem, mas ouso dizer que a grande maioria precisa olhar para os opostos, entender sua egocentricidade interna, para se abrir para essa transformação.

Todo ser humano aprendeu no início da vida a receber mais do que dar, a ser individualista, assim esse aprendizado que está dentro de cada um precisa ser reconhecido para não cedermos a ele e seus condicionamentos.

OS 10 ATRIBUTOS DO ESTADO DE YOGA E OS SEUS OPOSTOS 

Os opostos dos Yamas e Nyamas, no meu conhecimento não são objetivamente abordados na literatura do Yoga e no meu caso foram aprofundados com uma pesquisa em um grupo de estudos com diversos pensadores do comportamento humano que é universal e não está só no Yoga.

Vamos a eles:

1) Avidez; esforço para a constante necessidade de se ocupar com a obtenção de algo, alimento, conhecimento, informação em geral e bloquear a capacidade de se sentir, também conhecido como gula, seu oposto é a fluidez, a espontaneidade, o não esforço, ahimsa.

2) Mentira; a diferença entre o que se pensa, sente e faz, seu oposto é satya a integridade absoluta.

3) Inveja: o desejo de se desviar de quem realmente é, desejando ser o outro, seu oposto é asteya não roubar nada de fora, dignidade, caráter.



4) Luxúria; uso da energia sexual para amortecer alguma inaceitação, manipular os outros e reforçar a identidade irreal pelas sensações de prazer, seu oposto é bramacharyan; o uso consciente da energia sexual direcionando-a pelo altruísmo

5) Avareza; a retenção de energia pelo medo da escassez e da transformação, seu oposto é aparigharya, constante desapego e vontade de doar e coragem para transformar-se

6) Vaidade; a exaltação da dissonância de uma imagem em relação a verdade do ser, seu oposto é Saucha, a purificação da imagem irreal

7) Ira; a incapacidade de aceitar uma reação do universo sobre alguma ação, seu oposto é santosha, aceitação

8) Preguiça; a entrega à descrença e a desesperança do Ser real, seu oposto é Tapas constante entuasiasmo

9) Medo; a paralisia ou adrenalina vinda do bloqueio para enxergar além da personalidade, seu oposto é a coragem e aplicação do auto estudo constante, svadhyaya;


10) Orgulho; o direcionamento de todas ações para benefício próprio. Seu oposto é isvara, o direcionamento ao todo maior.


COMO TER UMA EXPERIÊNCIA PRÁTICA COM A META

Importante ressaltar que a compreensão intelectual desses opostos ajuda mas não é suficiente. O aspirante deve realizar vivências de auto observação que ajudem ele a constatar esses comportamentos e suas negatividades em si e preparar o campo para uma experiência com estado da meta ( satori).

Das quais sugiro:

- Prática do mantra Asato maa por 30 vezes, sendo 3 para cada um dos atributos abordados e seus opostos;


- Diário de prática no tapetinho identificando em si a expressão dos atributos e seus opostos;


- Diário de prática das atitudes no cotidiano;

- Proximidade com mestres ou aspirantes e grupos que sustentam por mais tempo o estado da meta;

De Maio a Dez de 2007, em grupo de estudos dirigido por Sri Prem Baba, dediquei 10 semanas com foco para a auto observação de cada um dos opostos dos Yamas e Nyamas, utilizando algumas dietas, disciplinas e dinâmicas especiais para fortalecer o foco de auto observação.

O conhecimento transmitido oralmente por um mestre, carrega junto a energia contida no estado da meta e quando ouvi de Sri Sachcha Prem Baba, sobre esse princípio de diferenciação em estado meditativo, fui inspirado para algumas visitas ao estado da meta e uma série de canções me relembram desse momento, entre elas compartilho a letra e som abaixo:



SAMBA DA FELICIDADE


Feeelicidade
A suma meta do ser
A ti contemplar
O bem e o mal compreender

És fluir livre
De espontâneos instantes
Paz sem forçar
Respirante e dançante

É satya verdade
Sem nenhum personagem
Eterna e brilhante
De ouro sem quilate

REFRÃO

És o respeito
Com o que é do outro
És o maior prazer
Todo momento Ser

És desapego
Mérito e errantes
A correção
Dos carrosséis separantes

REFRÃO

És o calor
Vontade pura e devota
Aceita o momento
Olha pra dentro sem volta

Yamas Nyamas
Conduta que te faz santa
Dharma a lei
Bom karma agir por seu campo

REFRÃO

És o Eu Sou
O Samadhi o Yoga
Real natureza
Cor do espírito santo

És sem palavras
Num sorriso infinito
Na sua abundância
Versos só nos inspiram

REFRÃO
Murillo - 04/06/07

EXPRESSÕES ARTÍSTICAS DA META

Se tivesse que escolher 3 expressões artísticas para melhor ilustrar esse discernimento escolheria:

1) A imagem do Lótus e a da lama

2) A letra do samba que esta´no link:
https://soundcloud.com/essenciais/samba-da-felicidade

3) A imagem de um Mestre

QUAIS AS ETAPAS DA PRÁTICA


No caminho de auto observação é importante lembrar que a etapa da prática passa para uma purificação inicial, a sustentação de um estado de auto percepção sensorial e o momento de concentração meditativa para liberação.

O ideal é que esse discernimento se desenvolva a partir dessa última etapa.

Todo início de ano e sempre que solicitado, estarei facilitando vivencias em workshops e personais para esse discernir.

Namaste((_/\_))

Murilo


WORKSHOP DE INÍCIO DE ANO - confira data no calendário





9-10:30: Prática com foco de concentração no discernimento entre o que é ou não Yoga

10:30-11:45: Intervalo
10:45-12:30:Vídeo/Palestra sobre o tema
12:30-14:30: Almoço e exercício de auto obervação
14:30-16:00: Preenchendo tabela de auto obervação dos Yamas e Nyamas
16:00-16:15:Intervalo
16:15-17:00: Continuação
17:00-18:30: Prática com foco de auto observação nos Yamas e Nyamas e seus opostos
Prática de Mantras e audições intercalando todas as atividades

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Programação Janeiro a Março

Namaste,

Esse ano estarei dando foco mensal às etapas do Yoga, inicando com o Discernimento para o início da prática em Janeiro e logo após o Carnaval iniciando com as técnicas de purificação e ritos de iniciação.

Estarei revisando esse artigo que escrevi quando compreendi dentro de mim o discernimento necessário para iniciar a prática de Yoga:
http://murilloyoga.multiply.com/journal/item/66

No dia 24, 25/01 estarei partilhando um worshop com vivências sobre o assunto e dia 16 farei um aulão com esse tema em local a confirmar.

Boa leitura a todos! E um ótimo ano!
Jaya!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O fim do ano e a purificação

Costumo abrir exceções sociais com os familiares nas festas de fim de ano e minha alimentação, sono e prática saem um pouco dos trilhos me trazendo a necessidade de intensificar a purificação.

Separei alguns links pertinentes para algumas técnicas de purificação do Yoga:

sábado, 12 de dezembro de 2009

Aulão de fim de ano: Avaliação das metas de 2009




FUNDAMENTOS: os 7 tipos de metas e as correlações com seu corpo

Quando traçamos um objetivo associamos emoções, pensamentos, regiões do corpo e matrizes energéticas peculiares a cada tipo de meta.

As aquisições materiais precisam de uma energia mais densa, a criatividade mais fluídica, a saúde com força de propósito e decisão, o serviço, da abertura sincera do coração, os relacionamentos, da comunicação, a família, da superação do modelo infantil de crenças e a espiritualidade a devoção e entrega ao melhor de si.

Cada uma dessas metas é então associada com um dos 7 centros energéticos da anatomia sutil que fundamenta o Yoga e que possuem também associação específica com regiões do corpo. Essa prática se fundamenta nesses princípios. Segue roteiro abaixo:

11-11:15: Aclimatação e treinamento dos elementos para prática

Antes do início da prática os praticantes são convidados para se sintonizarem com os objetivos da vivência e também iniciam um treinamento para os elementos da prática: alinhamento, sincronização de respiração com movimento, Contrações pélvicas e abdominais, Respiração ritmada sussurrante e fixações oculares.

11:15-11:30: Aquecendo suas metas e fluindo com sua missão

A prática inicia com exercícios de sincronização de respiração e movimento que iniciam um aquecimento físico e energético além de incentivar a conexão com a fluidez da missão individual.

11:30-12: Prática de asanas para cada tipo de meta

Uma sequencia de asanas é sugerida para cada tipo de meta, incluindo momento de livre expressão associando corpo e mente.

12-12:30: Energize suas metas

Após um relaxamento profundo onde o participante pode acessar conteúdos simbólicos relacionados as suas metas, a vivência caminha para um momento final de associação das metas com seu corpo através de exercícios sonoros associados com a concentração no corpo.

Estarei junto com todos aprofundando essa avaliação por o tempo realmente não está de brincadeira.

Aproveito para homenagar meus queridos colegas instrutores da Bio postando essa colagem um pouco atrasada do Bio Yoga day realizado na Semana do Yoga em Setembro.



Gde abraço!
Namastê no real sentido da palavra!

Murillo Trevisan

sábado, 28 de novembro de 2009

Relato soulreal: 30 minutos de meditação no meio da Paulista




O celular vibra o despertar do aqui e agora. A pressa de abrir os olhos na expectativa que todos estejam fazendo o mesmo é substituída pelas sensações do momento presente que elevam sutilmente meus braços se entrecruzando como um DNA até formar um gesto de lótus parido de meu gene acima da cabeça.



Dezoito horas em ponto, exercitei e aprofundei a presença sentando em meio lótus por 30 minutos no meio da Paulista. De sapatos sociais, gravata e minha mala com laptop descansando entre as pernas. Todo mundo pode.



Meu sorriso não se aguenta tomado pelo dharma ( propósito) de alguém que de dia é Consultor de Desenvolvimento Humano na sala do escritório de um lado da avenida e de noite Instrutor de Yoga do outro, na sala da academia.



Sou um chafariz em devoção que ao liberar as pálpebras contempla uma cinza montanha torneada por enfeites natalinos. Os carros passam, as motos roncam mais forte, os ensurdecidos do agora buzinam e até gritam. Por meus olhos só a brisa. A asa delta do grupo é de mais de 100 pessoas do conjunto Nacional até a Brigadeiro, sentados no meio da avenida mais corrida do Brasil.



Minha atenção entrego a vida. No meio de carcaças ambulantes, estou contemplando a Mãe Paulista e seu filho Conjunto Nacional, sensorializado por gotas da contida tempestade de egos no furacão nem bem nem mal. Nem oi nem tchau.Só vou ou fui.



Malucos, o mundo quase acabando e esses idiotas estimulando a passividade do silêncio. Cordões umbilicais da Mãe divina, com o simples silêncio trazendo a sintonia do mundo que inicia.



Inspiro o sol. Inspiro a lua. Transmutando toda a poluição. Nesse presente, carros são ruas, no farol verde, sou só testemunha, esqueço o julgamento, tecido em ternura.



Tentado pela vaidade, tranco um vulcão, sua erupção troco porque peço, ser apenas um exemplo, feito do manifesto.



Sou turista, conhecendo o lugar onde trabalho e visito há muitos anos. Deus é a camera e o Yoga minhas lentes.



Caminho na incondicionalidade da presença, valorizando a experiência e o desafio de transmutar o som, a poluição, a vibração e a exposição para cultivar o momento presente.



Do controle da respiração com ritmo e bandhas, a entrega as suas ondulações com foco e fundamentação, aprendo o que sempre logo esqueço e reaprendo. Cultivar o silêncio da vera presença. O tempo é de disciplina para quem quer o verdadeiro. Da-lhe comprometimento as escolhas que eu tenho, manifestada seja a verdade em que venho.



Não é preciso ser monge para ser verdadeiro, executivo é poder, ser presente e inteiro. Não é preciso o Tibet, para a luz do santo, meditando podemos ter a luz de só sermos.

Heya Jaya!

Namastê,

somos 1

mas o silêncio

nos faz presente faz que mais que dois


Link convite:
http://yogabodymind.blogspot.com/2009/11/meditacao-na-paulista-1730.html

Curso de formação: Canções em memória

Despejo essas duas canções em memória de mais um mergulho de um mês no curso de formação com o Pedro Kupfer&convidados&colegas em Mariscal.



MANTO DE GRATIDÃO



em homenagem a abertura de portas, o exemplo inspirador de presença do instrutor Pedro Kupfer e às nossas diferenças na individualização de nossas práticas


O Ser em ti
 Declaro ver
Na plenitude
 Que é só Ser

Na plenitude
Que ti conduz
Que nosssssss conduz

Arco de cores
Tão bem zelados
Claro, vibrante
Bem vigiado

Ondas ditadas
Bem es ...
Bem es ...
Bem essssstudadas

Trago
O que pude aprender
Contigo
E com o que inspirou
Com tudo
Que se fez na ação

Trago
Minha gratidão
Num manto
Num manto
De luz
Enluarado

Luar, luar, luar
Raia nesse cantar
Luar, luar, luar
Tece esse ofertar

Jaya Ganesha (12x)

Querido
Professor
Te adorno
Em clara gratidão
Luz branco-prata
Adorno minha atenção

Escutar
É a primeira lição
Pra ser bem livre
Na deliberação
Seguindo
Nessa estrada ( de corpo e alma)
Me entregar

Refrão

É Prashantah
Contigo aprendo
Com o luar
De Mariscal

( 06/07/09-Mariscal)


2. O saber do perguntar

Ofertada a minha inquietação para perguntar e a todos colegas do curso de formação que tiveram paciência, impaciência ou a mesma curiosidade. Gratidão especial ao colega Fig que instruiu a aula que proporcionou essa experiência e compreensão.
Om vem ...
Do alto vem
Esse som lindo que me faz silenciar
E me recorda de primeiro escutar
Ondas vibrantes acalmam fugaz pensar
Faz vaso oco em mim, Oh! vero penetrar

Om om om vem...
Do alto vem
Eu me pergunto quem hoje vou integrar
Vejo o orgulho obstinado a tentar
Justificar o porque de perguntar
Fico com a hora certa de falar e calar

Om om om vem ...
Do alto vem
Saber eterno para todos libertar
Me lapidando pra aprender ao lecionar
A hora é essa vim aqui pra perguntar
Estou aprendendo a hora certa de calar

Om om om vem...
Do alto vem

Que me perdoem a chatice de escutar
A inquietação preciso melhor ritmar
A ignorância não quero ver maltratar
Já não vem no canto o que pude dissipar

Om om om vem ...
Do alto vem

O Om que o mitra traz para silenciar
Olhos fechados vendo mais que posso ver
Cego é aquele que não quer se observar
Agradecendo sigo no desapegar





Um yogi em gratidão

POR QUE AGRADECER

Tenho como hábito especial das proximidades do meu aniversário agradecer. E agradecer as oportunidades de doação e de bem estar trazidos pelo Yoga tem importância significativa não só pelo tempo e quantidade de pessoas com que partilhei minha caminhada nessa escola de auto conhecimento que se utiliza da consciência corporal como ferramenta principal, mas também pelos valores que o Yoga me traz.

IMPORTÂNCIA

Os número muitas vezes enganam mas eles me ajudam a trazer para a realidade também do grau de importância de algumas coisas que aparecem na minha vida.

Esse ano foi com certeza o ano que dei mais aulas e que tive a média mais alta de alunos. Não sinto necessidade agora de fazer um cálculo preciso, mas foram uma média de 10 aulas por semana o que dá 440 aulas tirando o mês de julho que estava em curso.

Nessas aulas de média de 10 alunos, devo ter partilhado a semente dessa escola com 2 alunos diferentes que aparecem por aula na Bio Ritmo, não só na unidade da Paulista, Editora Abril e Praça Abril, mas também, Higeanópolis, Cerro Corá, Centro e Santo Amaro, onde realizei substituições.

O que significa um contato e expressão com aproximadamente 880 pessoas diferentes.

Apesar de não considerar o Yoga minha atividade principal já que minha visão como Consultor de Desenvolvimento Humano abrange o Yoga junto com outras linguagens de auto conhecimento unidas com minha visão empresarial, não dá para negar que os números são significativos.

Com gratidão a oportunidade que a Bio Ritmo, os alunos particulares e de aulões em outros estúdios e locais me deram, gostaria de oferecer o mp3 do mantra asaato maa, gravado ao vivo na Índia, puxado por Chandra Lacombe e com minha voz no coral. Cantei algumas vezes esse mantra nas aulas esse ano e hoje senti que essa gravação apesar de ao vivo e amadora está especial. Estarei enviando pelo mailing, quem quiser: murillo_mukshutva@hotmail.com

Porém, muito mais que o número é o que meu coração, que começa a abrir agora quer dizer.

Quer dizer sobre a importância de nos dedicarmos ao Yoga. Ou seja, qual importância de nos relembrarmos de quem realmente somos e dedicarmos nossa disciplina para nos mantermos o máximo de tempo com o nosso melhor, ascendendo da etapa do egoísmo para a do altruísmo, da compulsão para a presença, da avidez para fluidez, da mentira para verdade, da inveja para dignidade, da luxúria para o êxtase da real troca, do apego para a constante doação, da indiferença com as impurezas para a purificação, da luta contra o que a vida nos traz para aceitação e trabalho, da fraqueza inconsciente para a disciplina consciente, do estudo de fora para o estudo de si, do trabalho para si para o trabalho para o todo.

GRATIDÃO ESPECIAL

O hábito demanda realmente disciplina e é isso que assumir o papel de instrutor me traz, responsabilidade e disciplina para continuar essa exigente lapidação.

Esse ano, meu principal investimento de tempo e recursos na minha prática e formação, foi no curso de formação com o Professor Pedro Kupfer que considero uma das principais referências do Brasil e a quem dedico a minha segunda gratidão especial dentro desse universo do Yoga.

Queria ter aprofundado um pouco mais minha relação com meu corpo nesses 12 meses, mas tenho um lado muito formal de concluir processos e precisava fechar essa formação com o Pedro, mesmo sabendo que a carga horária do curso dedicada a anatomia, alinhamento e as técnicas corporais era percentualmente menor do que as dedicada ao estudo das escrituras.

Além de concluir um processo inicial para certificação, o espelho dele é super importante para mim, porque comecei a dar aula depois de um conteúdo básico partilhado com excelência por ele que também tocou meu coração.

A principal mensagem desse segundo módulo foi a individualização da prática e nesse processo também me dei conta que a gente aprende mais com aqueles que já passaram por problemas como os nossos, sejam eles corporais, de aplicação de princípios ou culturais.

Tenho como princípio valorizar a inclusão do corpo na prática de Yoga e achar que esse é o grande diferencial desse sistema de auto conhecimento em realção a outros, apesar de alguns grupos estarem abandonando esse aprofundamento e se associarem a escolas que não valorizam tanto o uso do corpo.

Tenho contusões no joelho, na cervical e que geram uma escoliose devido aos tempos de futebol e artes marciais com as quais lido com normalidade graças ao Yoga e preciso de uma atenção especial na construção da minha prática corporal, o que inclui aprofundamento em anatomia e alinhamento, onde minha principal referencia é o Yoga Bandha e o sistema do Iyengar, apesar de não concordar com tudo.

Ao mesmo tempo, não encontrei nada mais lógico, preciso e aliado ao corpo do que os 5 princípios da prática de Vinyasa e com o estilo de vida agitado que levo em Sampa, as vezes tenho dificuldade de obter a internalização sensorial necessária para um real estado meditativo sem utilizá-los.

Admiro muito, o pouco que absorvi do Vedanta e acredito que toda a verdade está muito bem codificada ali, porém a psicologia moderna ( Pathwork, por exemplo) e até os conhecimentos de Recursos Humanos no meio empresarial contribuíram mais para meu processo trazendo princípios contidos nos Vedas aplicados a problemas da minha realidade contemporânea.

Isso sem contar os Sat Sangs na minha língua nativa ( português) e grupo de estudos com o psicólogo, ex-instrutor de Yoga e mestre espiritual Sachcha Prem Baba que iluminaram muitas compreensões que as vezes são absorvidas apenas pelo plano intelectual.

Aprendi a cantar os mantras com a devoção de Chandra Lacombe e valorizo muito essa sinceridade na evocação dos princípios, incluindo os propósitos dessas evocações.

Assim, apesar de algumas diferenças em relação ao Pedro nesse processo de individualização da prática de Yoga, foi admirável a expressão do principal exemplo que um verdadeiro instrutor deve dar: Presença. Fiquei admirado como o Pedro manteve sua plenitude, o que ouso dizer não se dever apenas aos seus estudos amplos e profundos e menos as técnicas corporais que ele partilha com o Yoga, mas muito também a bioquímica e relação corpo-mente estimulada na prática constante do maravilhoso surf.

Essa plenitude me tocou muito pura e profundamente logo nos primeiros dias e fui inspirado para compor mais uma canção para ele que deixo aqui como um manto de gratidão por seu exemplo de presença e por tudo que fez pelo Yoga no Brasil.

Obrigado Pedrão!

foto tirada do meu tapetinho depois de 30 dias em intensivo no curso de formação módulo 2
Julho/09

Canção em gratidâo ao inspirador exemplo de presença do instrutor Pedro Kupfer e as diferenças na deliberada individualização da prática

http://yogabodymind.blogspot.com/2009/11/manto-de-gratidao.html

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Relato soulreal: 30 minutos de meditação no meio da Paulista


O celular vibra o despertar do aqui e agora. A pressa de abrir os olhos na expectativa que todos estejam fazendo o mesmo é  substituída pelas sensações do momento presente que elevam sutilmente meus braços se entrecruzando como um DNA até formar um gesto de lótus parido de meu gene acima da cabeça.

Dezoito horas em ponto, exercitei e aprofundei a presença sentando em meio lótus por 30 minutos no meio da Paulista. De sapatos sociais, gravata e minha mala com laptop descansando entre as pernas. Todo mundo pode e isso merece um relato soulreal.

Segue continuação do relato: http://yogabodymind.blogspot.com/2009/11/relato-soulreal-30-minutos-de-meditacao.html








sábado, 21 de novembro de 2009

Vegetarianismo, almoço de negócios, família, churrasco de amigos e a ceia de natal

Por Murillo Trevisan

Uma das princiapis revistas de Yoga está preparando uma matéria super especial sobre alimentação e Yoga e a pedidos dediquei uma horinha para refletir sobre o assunto nesse sabadão pós feriado, procurando alguma situação de humor pessoal.

Nunca me fundamentei muito sobre o vegetarianismo, porque achava que precisava de tempo para outros pontos que me incomodavam mais no caminho com o Yoga, mas sempre me senti bem evitando o consumo de qq tipo de carne de origem animal.

Gostaria de mais tempo para me aprofundar no assunto de forma científica e filosófica, mas parei de comer carne de repente sem essas explicações. Costumo dizer que a prática de Yoga me identifica com o prana e energia, assim os alimentos naturais e sem carne acabam me atraindo mais. Porém, abro exceções em alguns momentos, não em todos, em média umas 5 vezes por ano.

Acho que o mundo precisa daqueles que não abrem exceção e daquelas que conseguem ser mais diplomatas e minha rede de relacionamentos demanda muito diplomacia, por isso, abro essas exceções, mas valorizo e tenho profundo respeito pelos ortodoxos com a causa.

Levantei algumas situações para reflexão:

Ser vegetariano ou aproveitar uma oportunidade enorme de aprendizado e remuneração na carreira ?

Um praticante de Yoga, gerente de conta de agencia de publicidade tem diante de si uma grande oportunidade para alavancar sua carreira, liderar uma concorrência para assumir um projeto de tres anos de uma multinacional. É sua primeira grande oportunidade na carreira, mas ele sente um conflito.

A empresa fornece produtos para pecuária e como pratica Yoga ele não tem muita afinidade com o consumo de carne e um calendário de presença em leilões é apresentado, onde o prato e assunto principal da mesa será sempre carne.

Ele nega a oportunidade alegando não se afinar com o incentivo do consumo ou aceita o desafio pelo aprendizado com as ferramentas de comunicação, aprofundamento no assunto e retorno financeiro para que possa ter suporte material e investir em ações que conduzam ao Yoga depois?

Ser vegetariano ou irritar o pai no Dia dos Pais?

É dia dos Pais e um instrutor de Yoga senta na mesa de um Domingo com a família. Ele está precisando expressar gratidão ao seu pai já a algum tempo. Tradicionalmente nesse dia sua mãe prepara carne de porco como prato principal.

Sua mãe ressalta os esforços no preparo do prato especial e o instrutor lembra no exato momento da imagem de Shiva tomando o veneno do mundo na concha.

Ele nega o prato principal que consagra o dia dos Pais expressando diferenças de hábitos rejeitando todo o cuidado e amor impressos pela sua mãe no prato ou aceita inspirado na imagem de Shiva bebendo o veneno do mundo?


Ser vegetariano ou negar algo que alguém fez especialmente para uma reunião de grupo?

O mesmo instrutor de Yoga é tb consultor de desenvolvimento humano e é contratado para uma reunião de planejamento estratégico onde o presidente da empresa que é um grande Yoga da ação apesar de Ter como um de seus negócios a criação de carneiros, prepara especialmente um prato com carneiro de sua própria fazenda.

O instrutor e consultor expressa sua negação pela consumo de carne se diferenciando de todo os outros 20 convidados carnívoros ou come apenas uns pedacinhos valorizando todo o restante que o presidente tem de Yogi.

Ser vegetariano ou respeitar sua intuição e defasagem de proteína no corpo?

Um praticante de Yoga decidi parar de comer carne por tempo indeterminado por livre e espontânea vontade. Ele leu muito pouco sobre vegetarianismo e parou pela intuição mesmo.

Certo dia passa na casa dos seus pais na hora do almoço e um salmão assado sedutoramente temperado e ornado se encontra a mesa e o instrutor sente um impulso para se servir.

Ele olha imprimi consciencia vegetariana ao impulso ou acredita que sua vontade é movida por uma necessidade de reposição de proteína ou de algum nutriente que se encontra deficiente em seu organismo e está presente no alimento.

Ser vegetariano ou não comer nada no aniversário de 15 anos dos formandos do colégio?

Um instrutor de Yoga que evita o consumo de carne recebe o convite para um churrasco em comemoração de 15 anos de formando no colegial. Ele dá uma passadinha rápida e aguenta a fumaça ou julga todos pelo consumo de carne e nega o convite.

Ser um Yogi já dá muito trabalho, ser um vegetariano ortodoxo no universo que vivo muito mais. Quem sabe chegaremos um dia aqui no Brasil, que assim como já acontece nas refeições nos aviões ou na Inglaterra onde temos um dos maiores percentuais de vegetarianos no mundo, todos se habituem a perguntar se a visita opta por prato vegetariano ou não.

A ceia de natal está chegando, abro exceção ou faço um curso de culinária para preparar uma ceia vegetariana? Acho que ainda estou longe de ser um vegetariano ativista e não consigo ver muito humor nisso, a não ser em momentos que o sacrifício para honrar o vegetarianismo corrompe a fluidez, a espontaneidade e a não violência de ahimsa.

Sem carne , por favor.