sábado, 28 de novembro de 2009

Curso de formação: Canções em memória

Despejo essas duas canções em memória de mais um mergulho de um mês no curso de formação com o Pedro Kupfer&convidados&colegas em Mariscal.



MANTO DE GRATIDÃO



em homenagem a abertura de portas, o exemplo inspirador de presença do instrutor Pedro Kupfer e às nossas diferenças na individualização de nossas práticas


O Ser em ti
 Declaro ver
Na plenitude
 Que é só Ser

Na plenitude
Que ti conduz
Que nosssssss conduz

Arco de cores
Tão bem zelados
Claro, vibrante
Bem vigiado

Ondas ditadas
Bem es ...
Bem es ...
Bem essssstudadas

Trago
O que pude aprender
Contigo
E com o que inspirou
Com tudo
Que se fez na ação

Trago
Minha gratidão
Num manto
Num manto
De luz
Enluarado

Luar, luar, luar
Raia nesse cantar
Luar, luar, luar
Tece esse ofertar

Jaya Ganesha (12x)

Querido
Professor
Te adorno
Em clara gratidão
Luz branco-prata
Adorno minha atenção

Escutar
É a primeira lição
Pra ser bem livre
Na deliberação
Seguindo
Nessa estrada ( de corpo e alma)
Me entregar

Refrão

É Prashantah
Contigo aprendo
Com o luar
De Mariscal

( 06/07/09-Mariscal)


2. O saber do perguntar

Ofertada a minha inquietação para perguntar e a todos colegas do curso de formação que tiveram paciência, impaciência ou a mesma curiosidade. Gratidão especial ao colega Fig que instruiu a aula que proporcionou essa experiência e compreensão.
Om vem ...
Do alto vem
Esse som lindo que me faz silenciar
E me recorda de primeiro escutar
Ondas vibrantes acalmam fugaz pensar
Faz vaso oco em mim, Oh! vero penetrar

Om om om vem...
Do alto vem
Eu me pergunto quem hoje vou integrar
Vejo o orgulho obstinado a tentar
Justificar o porque de perguntar
Fico com a hora certa de falar e calar

Om om om vem ...
Do alto vem
Saber eterno para todos libertar
Me lapidando pra aprender ao lecionar
A hora é essa vim aqui pra perguntar
Estou aprendendo a hora certa de calar

Om om om vem...
Do alto vem

Que me perdoem a chatice de escutar
A inquietação preciso melhor ritmar
A ignorância não quero ver maltratar
Já não vem no canto o que pude dissipar

Om om om vem ...
Do alto vem

O Om que o mitra traz para silenciar
Olhos fechados vendo mais que posso ver
Cego é aquele que não quer se observar
Agradecendo sigo no desapegar





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